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Bandas-de-uma-pessoa-só existem e são fato consumado. Exemplos não faltam. Agora, cena-de-uma-pessoa-só, até agora só conhecemos uma: Stêvz e o seu constante descarrego criativo via Chupa Manga Records.

O Inimigo
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"Stêvz é Estêvão Vieira, tão prolífico quanto se pode ser nesses tempos modernos. Todas as possibilidades que as novas tecnologias musicais trazem, Stêvz aproveita ao máximo: seja completamente sozinho – algo impensável há alguns anos -, seja com amigos. São diversos projetos, séries, parcerias, todos experimentando estéticas caseiras de gravação de áudio e vídeo. (...) os sons de quem não sabe ficar sem fazer música."

Yasmin Muller / MTV Escuta
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"Comprei por lá PRAXE, a nova zine do Stêvz cuja tiragem é de 30 exemplares, numerados, e custa 10 reais. São 16 páginas em encadernação costurada, que trazem ilustrações acompanhadas de roteiros (ou o contrário) para a execução de ações performáticas inspiradas em práticas do dia-a-dia. O humor do Stêvz é bem peculiar, difícil de explicar. Vai de descrições quase precisas de pequenos costumes até o desvio no non-sense. Vale muito a pena."

Jorge Polo
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"(...) É um ótimo desenhista e tem essa pegada pop nas cores que escolhe para suas histórias e ilustrações, e até por isso consegue um apelo visual incrível nas imagens que produz."

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"Stêvz é um moleque genial, dono de algumas das melhores e mais melancólicas (freqüentemente hilárias) gags visuais sendo feitas no quadrinho nacional. "

Diego Gerlach / Holístico Extrapiramidal
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"Stêvz, integrante do coletivo Beleléu, é daqueles artistas múltiplos: além dos quadrinhos, é músico, além da música, é poeta. Gosta é de jogar com os desenhos e com as palavras."
Rio Comicon 2011
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"Stêvz é a selvageria Bongolense que integra a Beleléu, colabora com os Samba, toca com ele mesmo no Excêntrico Jerônimo Johnson, e ainda brilha empreendendo com audácia no concorrido mercado de impressão de calendários com seu belo Pindura."

Marcos Batista / Mongoteca
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"(...) o que de longe me chamou mais a atenção foi a Beleléu, um gibi coletivo puta bem editado, com tantas boas idéias que de longe foi o melhor material do festival. A Beleléu me chegou pelas mãos do Stêvz, que faz um tipo de humor desconcertante (...)"

Bruno Azevêdo
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"(...) o prato principal, aqui, é o surrealismo mundano. (...) E quando a narrativa engrena, o absurdo toma conta total das historinhas e desventuras de cada página da Beleléu, muitas com uma certa carga cinematográfica que chega a dar clima e um movimento ilusório à ação nos quadros. (...)"

Porco / Pula Pirata
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"O nonsense, a poesia e o humor estão muito bem dosados e distribuídos pelas várias histórias curtas e pelas páginas do pequeno livro, em formato quadrado. Beleléu tem uma consistência e unidade surpreendente (...)"
 


Claudio Martini / Terra Magazine
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"O leque de assuntos é grande pra abanar a criatividade nas páginas da edição independente. E as temáticas mais abordadas são a solidão e a morte, como bem define o batismo da obra. Seja em quadrinhos silenciosos, seja em pequenas crônicas proseadas (Amor de supermercado é puro Verissimo!), Beleléu se sai muito bem no seu objetivo de refletir e, acima de tudo, divertir nas breves leituras. O que vale frisar também é o frescor de liberdade que sugere uma variedade criativa que não cai no lugar-comum de "ser-underground-sem-pé-nem-cabeça" de muitas coletâneas por aí."

Audaci Junior / Universo HQ
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"São muitos os elementos que fazem de Beleléu uma obra superior em matéria de quadrinhos. É uma revista-livro. Cada página sobreviveria emoldurada, ao mesmo tempo em que seu conjunto é incrivelmente homogêneo. Homogêneo, pois apesar dos traços distintos, distintivos de cada autor, não há ali nada que destoe do cuidado múltiplo de desenho, cor, estrutura, texto. Não há nada de graça, em Beleléu. (...) Toda a estrutura da revista parece pensada. (...) A gramática da revista, amparada em um jogo constante com a linguagem quadrinística, com muitas referências à literatura e à cultura ocidental, faz desse livro uma matéria universal."

MC
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"El extraño fanzine BONGOLE BONGORO nos ofrece el caldo de cultivo necesario para la diversion: historietas psicodelicas, ilustraciones extravagantes, publicidades y noticas falsas relacionadas a las mas ridiculas facetas de la historia humana."

El Marco Toxico
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"(...) Mais um oásis vindo de Brasília, mais uma prova de que naquela cidade se trabalha também. Além dos desenhos histórias e idéias malucas do Stêvz, a revista traz colaborações de peso e reafirma a tendência internacional reabrindo a ponte Brasil/Portugal publicando vários autores de lá e também da Itália. Quantidade absurda de informação condensada com esmero."

Fabio Zimbres / Ed Tonto
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"Stêvz não brinca em serviço e junto com o figuraça do Bruno formaram a Chapamamba. Fazem música de verdade e com muita personalidade. Não precisam fazer poses e nem se vestirem como bonecas para chamarem atenção para a música. (...) além de um puta quadrinista, Stêvz é um puta músico."

El Cerdo
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"(...) uma banda escorpiana com ascendência em aquário, portanto. O sol em sua décima casa indica que ela é chegada em distorções, já a lua na oitava remete a uma influência folk záppica, tem mercúrio no meio do céu em seu aniversário, indicando letras descoladas e diretas: dará pano pra manga, certamente."

Biu